sábado, 2 de outubro de 2010

' Ca(fé).

Adoçou o café como quase nunca costumava fazer, sem medidas exatas. O que queria agora era que de gole em gole, todo aquele exagero adocicado, adoçasse também a vida e pudesse começar da parte meio amarga que escondia-se do lado de dentro.





Que seja doce, que seja doce, que seja doce... e assim por diante.
Caio Fernando de Abreu

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